
25.1.11
3.12.10
25.11.10
So different and so new
This magic moment
So different and so new
Was like any other
Until I met you
And then it happened
It took me by suprise
I knew that you felt it too
I could see it by the look in your eyes
Sweeter than wine
Softer than a summer's night
Everything I want, I have
Whenever I hold you tight
This magic moment,
While your lips are close to mine,
Will last forever,
Forever, 'til the end of time
So why won't you dance with me?
Why won't you dance with me?
This magic moment
So different and so new
Was like any other
Until I met you
And then it happened
It took me by suprise
I knew that you felt it too
I could see it by the look in your eyes
Sweeter than wine
Softer than a summer's night
Everything I want, I have
Whenever I hold you tight
17.11.10
Milonga sentimental

hoje já faz um ano. foi assim, sem despedida, sem muito choro, sem explicação, sem nem mais tocar muito no assunto. era quase que esperado, implicitamente sabido, uma doença abstrata, inominável, indefinida; uma fuga do hospital que de tão cinematográfica parecia mais uma daquelas histórias levemente inverídicas com as quais estávamos todos acostumados. mas também estávamos mais que acostumados com seus freqüentes períodos de fraqueza, de recolhimento, semanas de isolamento e recuperação; e com seu habitual retorno à vida, à cidade, ao trabalho. e por aqui, sempre gritando ó de casa, trazendo presentes de rodoviária, revistas, cigarros. e por isso foi tão estranho receber a notícia, no meio da noite, que seu coração não batia mais.
tipo: ué.
[lentamente as coisas vão voltando pros lugares, os perfis de orkut vão perdendo o *luto*, a gente passa a se acostumar com a ausência, a não telefonar em fevereiro nem no dia dos pais nem no natal, nem pra comentar as agitações políticas e culturais e os sinais do fim do mundo, a não contar com ele nas festas em família, e o mais difícil, a viver sem seus conselhos - e não foram poucos os que precisaríamos este ano; e também passamos a ver que a família vai se virando bem e que afinal de contas, estamos relativamente bem encaminhados.]
mas eu fiquei um ano simplesmente sem saber o que dizer sobre isso.
[tristeza é obviedade. saudade é redundância.]
e foi um de seus velhos amigos, de um dos mais antigos que eu me lembro, aquele das partidas de pôquer semanais na cozinha de la abuela, que deixou comentado em uma foto no facebook exatamente aquilo que eu diria se pudesse, em uma última mensagem:

sem uma tradução razoável,
diz muito de como é ser o que somos;
argentinos.
pelotudos.
13.11.10
a última viagem
Já tem quase um ano e só agora me animei a postar esse desenho. Ele faz parte do projeto Cadernos de Viagem* e retrata a viagem que fiz à Minas Gerais em novembro passado, para o enterro do meu pai. Posso dizer sem sombra de dúvida que, apesar de simples, foi o desenho mais difícil que eu fiz.
* * *
[Cadernos de Viagem é um projeto de sketchbooks itinerantes. São 110 artistas de diferentes cidades, com um tema em comum. A organização é da IdeaFixa : http://www.ideafixa.com]
31.10.10
4.10.10
De Parelheiros ao Paulistano

http://eleicoes.uol.com.br/2010/album/101003extremos_album.jhtm?abrefoto=5#fotoNav=1
30.9.10
É permitido pixar?

"O que realmente queremos incluir na presente edição da Bienal é a pixação, ou simplesmente o pixo, com 'x' mesmo, grafia usada por seus praticantes para diferenciar o que fazem hoje em São Paulo das pichações político-partidárias, religiosas, musicais, ou mesmo ligadas à propaganda que há vários anos enchem os muros e paredes da cidade, a despeito do quão 'limpa' ela queira apresentar-se. E queremos incluí-lo porque achamos que o pixo borra e questiona os limites usuais que separam o que é arte e o que é política."
[Moacir dos Anjos, curador da Bienal, 25/04/2010]
* * *
Um homem cortou a rede que protege o trabalho e escreveu "liberte os urubu". Houve discussão com os seguranças e um grupo de oito pessoas foi encaminhado para a 36ª Delegacia de São Paulo. (...) A rede de proteção já foi reparada e os dizeres serão limpos. Em nota divulgada à noite, a Fundação Bienal de São Paulo lamentou o episódio e disse "repudiar episódios de vandalismo e violência" como o ocorrido.
[Obra polêmica com urubus dentro da Bienal é alvo de pichação, 25/08/2010]
* * *
A curadoria queria incluir a pixação nessa edição da Bienal; para tanto 'reservou um espaço para a pixacao'; mas vejamos:
1) se pixação é transgressao e vandalismo - como eles se definem, logo 'o lugar deles' é onde NÃO querem q eles pixem;
2) o pixador da obra de Nuno Ramos entrou na Bienal com crachá de artista. Se pixador = artista, o esperado é q eles PIXEM, portanto,
Cara Fundação Bienal de Artes de SP: Pixo é vandalismo. Vandalismo é violência. A estranha relação entre arte e vandalismo é algo que os pessoal da Bienal poderia ter aprendido esse ano. Infelizmente não foi dessa vez.
[Às portas da Bienal, "pixo" busca modelo de negócio no mercado de arte]
26.9.10
Who knows, who cares
- Aren't you afraid of dying?
- Why be afraid?
- You won't exist.
- So?
- That doesn't terrify you?
- Who thinks about such nonsense? I'm alive. When I'm dead, I'll be dead.
- Aren't you frightened?
- Of what? I'll be unconscious.
- I know, but never to exist again?
- How do you know?
- It doesn't look promising.
- Who knows what'll be? I'll either be unconscious, or I won't. If not, I'll deal with it then. I'm not gonna worry now.
- Mom, come out.
- Of course there's a God, you idiot. You don't believe in God?
- Then why is there so much evil in the world? On a simple level, why were there Nazis?
- Tell him, Max.
- How the hell do I know? I don't know how the can opener works.
(Hanna e suas irmãs, 1986)
Urubu é o novo preto

Pixação, ativismo, podridão, analfabetismo:
"Liberte os urubu" é a obra com mais significado da Bienal 2010
18.9.10
o futuro do passado
quando era criança fui num apartamento que tinha telefone no banheiro (ah os anos 80); achei tão chique! Imediatamente virou meu sonho de consumo. lembrei disso hoje - pena que não faz mais. o. MENOR. sentido.
12.9.10
3.9.10
Pragmatismo vem de berço
atendente: 'casada?' 'sim';
'tem filhos?' 'não'
eu: 'mãe!'; 'ah é, tem ela.'
justificativa: 'ah, a moça perguntou se eu tinha filhO'
2.9.10
17.8.10
15.8.10
a raça humana é uma semana

boa semana pra todos.
14.8.10
15.7.10
Tá tá tá / o mundo tá no fim

tanta mulher / correndo atrás de mim.
Bob Dylan no comando das carrapetas... ok, é mentira.
Mas no mundo do faz-de-conta, aposto que o disco na vitrola é esse aqui:

ai ai, eu morro: chegou a hora do osso morder o cachorro.
13.7.10
O rango no fogão

Ensinamento
Minha mãe achava estudo
a coisa mais fina do mundo.
Não é.
A coisa mais fina do mundo é o sentimento.
Aquele dia de noite, o pai fazendo serão,
ela falou comigo:
"Coitado, até essa hora no serviço pesado".
Arrumou pão e café , deixou tacho no fogo com água quente.
Não me falou em amor.
Essa palavra de luxo.
-- Adélia Prado
30.6.10
Pé no freio e mãos bem firmes no volante
Feliz dia do Caminhoneiro a todos e a tudo que já me atropelou, e ainda mais aos que me deram carona, pra sempre obrigada.
* * *
Trilha sonora: Cowboy do Asfalto
27.5.10
lost and found
cachorrinhos fofos

histórias infantis edificantes

restart, cine, NX Zero

travestis

e o final de Lost

bem, é isso gente, Lost acabou. alguns estão mortos, outros estão morrendo, outros ainda vão morrer. assim como a humanidade inteira por sinal - então qual é a grande novidade, JJ? mais uma vez se aplica a teoria do meu amigo Dr. Pessoa: no fim, dá tudo na mesma. aliás, o que me lembra uma coisa...
tubarão de saideira, porque é pertinente, afinal.
18.5.10

28.4.10
no fim dá tudo na mesma

"mundo virtual pode reabilitar paralíticos", hm, mas pode fazer um estrago em paranóicos, que nossasenhora. // toda vez que chove a internet fica lenta. será o tráfego de dados? o paulistano não aguenta mais. / paulistano aliás, só fica indignado com o trânsito. outro dia um viaduto caiu em cima de um carro e o comentário dos portais: 'vai congestionar mais hoje' // café e aspirina são a base da civilização moderna / da pós-moderna é uma dose a mais // não vamos mais dizer 'ir para a geladeira' mas sim 'tirar um período sabático' // a verdadeira explicação do dualismo prático e da igreja do caraoucoroismo não cabe aqui; mas posso resumir em 'ser ou não ser'. aliás, // o mike tyson também se auto-define um cara pacífico: "sou um cara legal (...) às vezes quero ficar sozinho, por isso perco a paciência" / te entendo mike, #tamojunto. // plus ça change, plus c’est la meme chose, como diria (mas não disse) charles aznavour.
O amor e o poder
- ah não! eu sento nela de manhã pra por meus ANÉIS.
- pô aninha, mas sua mãe...
- TÁA, tá bom. vou sem anéis.
26.4.10
Que droga é essa?

eu sou do tempo que criança bebia vinho; minha vó e essas propagandas são do tempo em q isso tudo era legalizado: http://tinyurl.com/5888xm
O SESC e eu
Eva Uviedo // A artista gráfica trabalha em dezenas de revistas e jornais de São Paulo. CDteca da Sala Leitura, 2º andar. Livre para todos os públicos. Grátis. De 07/04 a 30/06. Terça a sexta, das 13h às 21h30; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30. SESC Pinheiros

Ilustração para Revistas e Jornais Bate-papo sobre o processo de receber um texto (jornal e revista) e criar um trabalho de ilustração a partir dele. Os convidados trazem trabalhos e conversam com o público. Com Eva Uviedo, Celus e Kako. 200 vagas. Inscrição livre até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar. Não recomendado para menores de 14 anos. Grátis. 05/05. Quarta, às 20h. SESC Pinheiros
16.4.10
A qué venimos, si no a fracasar?

A qué venimos si no a fracasar,
A qué venimos si no a caer?
Escapaba con personas mi amada,
Enfriar y negar el querer.
A qué venimos si no a fracasar,
A qué venimos si no a caer?
Castigado por tu padre,
Y sollozaba madre,
Egoísmo sentiste en tu ser.
A qué venimos si no a fracasar,
A qué venimos si no a caer?
Estrellaste en mil pedazos,
Con tus últimos fracasos,
Y pensaste en ser o no ser.
A qué venimos si no a fracasar,
A qué venimos si no a caer?
* * *
* * *
ou algo assim
Jonathan Richman en la Sala Apolo de Barcelona (10/03/09) // 36'55"
15.4.10
Se eu quiser falar
- hm... uso o céu-lular. quer saber como eu falo com o Diabo?
- como?
- uso a infernet.
[Ian, 10, e sua avó, discutindo teologia e tecnologia]
6.4.10
mixing memory and desire

APRIL is the cruellest month, breeding
Lilacs out of the dead land, mixing
Memory and desire, stirring
Dull roots with spring rain.
Winter kept us warm, covering 5
Earth in forgetful snow, feeding
A little life with dried tubers.
Summer surprised us, coming over the Starnbergersee
With a shower of rain; we stopped in the colonnade,
And went on in sunlight, into the Hofgarten, 10
And drank coffee, and talked for an hour.
Bin gar keine Russin, stamm’ aus Litauen, echt deutsch.
And when we were children, staying at the archduke’s,
My cousin’s, he took me out on a sled,
And I was frightened. He said, Marie, 15
Marie, hold on tight. And down we went.
In the mountains, there you feel free.
I read, much of the night, and go south in the winter.
[t.s. eliot, nunca te li, sempre te amei]
* * *
para espantar formigas:
cravos espetados em um limão, sachês de pimenta ou coentro, pó de café, detergente.
ou adotar um tamanduá.
* * *
acredita no que eu digo? ouve aí.
* * *
post randomico #927956553
20.12.09
19.12.09
18.12.09
17.12.09
17.11.09
Atingindo o vazio extremo

Atingindo o vazio extremo
conservar−se firme no repouso
as dez mil coisas confluindo
eu assim as contemplo no refluxo:
eis que as coisas no florescimento
retornam uma a uma à raiz
o retorno à raiz soa:
isto se diz:
o retorno ao destino soa:
eternidade
conhecer a eternidade soa:
alumbramento
não conhecer a eternidade é tresloucar no azar
quem conhece a eternidade
torna-se tolerante
então justiça
justiça
então mediação
mediação
então céu
céu
então Tao
Tao
então duração
dissolvendo−se o corpo
não se corre mais perigo.
[Tao Te King, Lao−Tsé - cap. XVI]
30.10.09
There ain't no train to Stockholm

não há uma cadeira do meio rua mas se ela dança eu danço, se música toca e a festa só acaba no fim da ressaca. e só é o fim quando termina e as coisas à flor da pele, que é boa, que é quente, que é feita pra se deixar aquecer mais e mais ao sol do novo mundo de um tempo novo, pra secar ao vento, pra sentir as dores de ah você não gostaria de estar na minha pele, pelo que estou passando, rasgue a camisa, não, leia na minha camisa, beibe, you can drive my car, gasoline windy chic, só não estacione, acelere mais, pé em deus e fé na tábua, sem régua, sem freio e sem medo, rumo às coisas feitas de ventos, de espaços, silêncios de uma escarpa ensolarada, rumo a nada e às coisas sem nome que cabem na mala, que pesam nas costas, e a espera na estrada - e se não tiver carona tudo bem, eu vou a pé. (assobiando uma toada: sair por essa vida aventureira, e venha veja deixa beija, seja. o que deus quiser)
15.10.09
23.9.09
1.9.09
22.8.09
19.8.09
e os dentes da paisagem

2.8.09
3.7.09
2.7.09
Vagalumes ensandecidos dizem here's johnny
[assistindo Animal Planet]
- Ian, sabe o q é ‘bioluminescência’?
- Não.
- Pensa na palavra: bio…
- Vida…
- Isso. Luminescência...
- … iluminado?
- Isso, então ‘bio-luminescência’ são...
- ... larvas com um machado?
Vagalumes ensandecidos
- não.
- pensa na palavra: bio..
- vida.
- luminiscência...
- iluminado?
- isso, bio-luminiscência...
- uma larva com um machado?
25.6.09
Primeira aula de levitação:
Antes que a minha vida se torne a tua
A força que me comanda em tuas mãos
Um pacto de catecismos e cataclismos
Deve ser firmado na areia e então apagado
Pelo mar que nos rodeia e nos persiste
Para que a gente esqueça de uma vez o que era o mundo
Antes que tudo comece ou termine
Em fulgurações ou ossos a pino
Constelações perdidas
Olhos flutuantes
Dentes e flores
[Texto: Ronaldo Bressane
Ilustração: Eva Uviedo
Localização: Elevador H do Sesc Pinheiros (à esquerda de quem entra)
rua Paes Leme, 195 / telefone 11 3095-9400]
24.6.09
O relógio, o coração, o tempo

"Os relógios-cuco são um dos objetos mais procurados: é que são precisamente, porque captam o tempo sem surpresa na intimidade de um móvel, o que pode haver de mais tranqüilizador no mundo? A cronometria é angustiante quando nos determina tarefas sociais; mas é tranqüilizadora quando substantifica o tempo e o destaca como objeto consumível. Todos já experimentaram como o tique-taque de um relógio consagra a intimidade de um lugar: é que ele o torna análogo ao interior de nosso próprio corpo. O relógio é um coração mecânico que nos tranqüiliza a respeito de nosso próprio coração"
- Jean Baudrillard, em O Sistema dos Objetos
Das coisas que gosto de escutar
Ian, 10: 'Deve ser porque eles já podem tomar caipirinha.'
* * *Ian: 'Sabe por que não ligo pra futebol? Porque por exemplo: se o Santos ganhar do São Paulo, não quer dizer que Santos vai INVADIR São Paulo. Daí não acho importante. '
* * *
Eu: 'Hmmm, então você já tem namorada?'
Ian: 'Sim.'
Eu: 'E como ela é?'
Ian: 'Ah. Loirinha...'
Aninha: 'Ian. Ela é ALBINA. Não 'loirinha'. ALBINA.'
* * *
Ian: 'Sabe qual ia ser a primeira coisa que eu ia fazer se eu fosse pra um lugar onde NEVA?'
Aninha: 'O quê.'
Ian: 'Passar a LÍNGUA NO GELO'
Aninha: [abraçando o irmão] 'É POR ISSO que eu TE AMO'
21.6.09
Vai otimizando o otimismo ae
Oi, te dou um palpite? Vamos lá: Gênesis 11:1-9
O SENHOR desceu, a fim de ver a cidade e a torre que os homens estavam a edificar. E o SENHOR disse: «Eles constituem apenas um povo e falam uma única língua. Se principiaram desta maneira, coisa nenhuma os impedirá, de futuro, de realizarem todos os seus projectos. Vamos, pois, descer e confundir de tal modo a linguagem deles que não consigam compreender-se uns aos outros.»
TIPOS, VALEO MESMO HEIN. Depois reclamam que tem guerra, que o ser humano blá blá blá... Bem; essa passagem comprova a tese de que se algum homem nessa terra foi feito à imagem e semelhança do supra-citado, não restam DÚVIDAS que é este aqui:

Ráaaaaaa
Então já sabe: podem ir preparando as bagage e dando um talento no Babelfish.com, que deve vir chumbo grosso por aí.
a humanidade não decepciona
- mãe, só vamos embora depois que o sol for né
- só vou embora depois que baterem palmas
[palmas]
- mãe! (espantada) como você sabia?
- ora (ar de superioridade). sabemos de tu-do.
[mais fácil que tirar doce da mão de criança, convenhamos]
19.6.09
You're a Little Airplane, I'm a Little dinosaur
tem um que tudo sabe e tudo vê
30.5.09
A prática da paciência

“Um fiel foi ao templo e, ao final de suas preces, pediu a seu Mestre que lhe desse mais paciência. E saiu, confiante de que seu pedido seria acatado. Mas eis que, sem entender por que, sua vida se tornou um loucura; era uma provação atrás da outra. Depois de alguns dias, cansado, retornou ao templo e, aos pés do Guru, desabafou:
– Afinal de contas, eu vim aqui para pedir paciência, e foi só sair do templo que minha vida se tornou um inferno.
Ao que seu Mestre lhe respondeu:
– Mas como você deseja obter paciência sem ter como praticar?”.
[Coluna Caminhos da Prática, por Isabela Fortes - Prana Yoga Journal #26]










